16 ago
2010

Mediunidade

“Mediunidade Espírita é a que faculta o intercâmbio consciente, responsável, entre o mundo físico e o espiritual, facultando a sublimação das provas pela superação da dor e pela renúncia às paixões, ao mesmo tempo abrindo à criatura os horizontes luminosos para a libertação total, mediante o serviço aos companheiros do caminho humano, gerando amor com o instrumento da caridade redentora de que ninguém pode prescindir”.

Joanna de Ângelis (espírito) / psicografia de Divaldo Franco. Livro: Oferenda.

“O exercício da mediunidade impõe disciplina, equilíbrio, perseverança e sintonia”. Joanna de Ângelis (espírito) / psicografia de Divaldo Franco. Livro: Oferenda.

“O médim orador, cuja boca se enriquece de expressões sublimes, muitas vezes é um coração sensível ligado a compromissos e erros dos quais não se pôde libertar; o médium escrevente, por cujas mãos escorrem os pensamentos divinos compondo páginas consoladoras, quase sempre caminha sob sombras de angústias interiores sem forças para colocar a luz viva do Mestre na mente turbilhonada. O médium curador, que distende os recursos magnéticos da paz e da saúde, é, invariavelmente, alma em perigo entre as injunções de adversários impiedosos do mundo espiritual que lhe sitiam a casa íntima apedrejando-o com sofrimentos de todo jaez. O médium que enxerga através de percepção especial, na maioria das vezes, tem o olhos perturbados por visões cruéis que retraram seus dramas íntimos, fugindo de si mesmo, sem forças para continuar.

Considera, assim, a mediunidade como meio de sublimação. Raros, somente raros médiuns trazem o superior mandato consigo. A quase totalidade, no entanto…”

Joanna de Ângelis (espírito) / psicografia de Divaldo Franco. Livro: Dimensões da Verdade.

“Reveste a tua mediunidade com a vibração superior da prece, alicerçando-a no estudo, na sadia moral, e usando-a a serviço da edificação de quantos sofrem. Exercita-a com disciplina e estuda-lhe a metodologia com as luzes da Doutrina Espírita, compreendendo que ela te é concedida por misericórdia de acréscimo de Nosso Pai, a fim de que o homem não se esqueça de que sempre, na vida, edificante e enobrecido deve ser o seu comportamento, fora ou mergulhado na carne”.

Joanna de Ângelis (espírito) / psicografia de Divaldo Franco. Livro: Luz Viva.

Então, O que achou?