Luiz Carlos Formiga, nosso amigo e colaborador.
Luiz Carlos Formiga, nosso amigo e colaborador.
ANTES DE SERVIR
“Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir.” — Jesus. (MATEUS, CAPÍTULO 20, VERSÍCULO 28.)
Em companhia do espírito de serviço, estaremos sempre bem guardados. A Criação inteira nos reafirma esta verdade com clareza absoluta.
Dos reinos inferiores às mais altas esferas, todas as coisas servem a seu tempo.
A lei do trabalho, com a divisão e a especialização nas tarefas, prepondera nos mais humildes elementos, nos variados setores da Natureza.
Essa árvore curará enfermidades, aquela outra produzirá frutos. Há pedras que contribuem na construção do lar; outras existem calçando os caminhos.
O Pai forneceu ao filho homem a casa planetária, onde cada objeto se encontra em lugar próprio, aguardando somente o esforço digno e a palavra de ordem, para ensinar à criatura a arte de servir. Se lhe foi doada a pólvora destinada à libertação da energia e se a pólvora permanece utilizada por instrumento de morte aos semelhantes, isto corre por conta do usufrutuário da moradia terrestre, porque o Supremo Senhor em tudo sugere a prática do bem, objetivando a elevação e o enriquecimento de todos os valores do Patrimônio Universal.
Não olvidemos que Jesus passou entre nós, trabalhando. Examinemos a natureza de sua cooperação sacrificial e aprendamos com o Mestre a felicidade de servir santamente. Podes começar hoje mesmo. Uma enxada ou uma caçarola constituem excelentes pontos de início. Se te encontras enfermo, de mãos inabilitadas para a colaboração direta, podes principiar mesmo assim, servindo na edificação moral de teus irmãos.
Do livro Pão Nosso
O Homem de Bem
Usa, mas não abusa, dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito do qual deverá prestar contas, e que o emprego, o mais prejudicial para si mesmo, é de fazê-los servir à satisfação de suas paixões.
Se a ordem social colocou homens sob sua dependência, ele os trata com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa de sua autoridade para erguer-lhes o moral e não para os esmagar com seu orgulho; evita tudo o que poderia tornar a sua posição subalterna mais penosa.
O subordinado, por sua vez, compreende os deveres da sua posição, e tem o escrúpulo em cumpri-los conscienciosamente. (Cap. XVII, nº9).
O homem de bem, enfim, respeita em seus semelhantes todos os direitos dados pelas leis da Natureza, como gostaria que os seus fossem respeitados.
Esta não é a enumeração de todas as qualidades que distinguem o homem de bem, mas todo aquele que se esforça em possuí-las, está no caminho que conduz a todas as outras.
O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec, Cap. XVII - item 3 - Sede Perfeitos
Q.226 - 1. O desenvolvimento da mediunidade está em razão do desenvolvimento moral do médium?
Não; a faculdade, propriamente dita, relaciona-se com o organismo; é independente do moral; não ocorre o mesmo com o seu uso, que pode ser mais ou menos bom, segundo as qualidades do médium.
2. Sempre foi dito que a mediunidade é um dom de Deus, uma graça, um favor; por que, pois, não é privilégio dos homens de bem, e por que se vêem pessoas indignas que dela são dotadas no mais alto grau e que dela fazem mau uso?
Todas as faculdades são favores dos quais se devem render graças a Deus, pois há homens que delas são privados. Podereis também perguntar por que Deus concede uma boa visão aos malfeitores, destreza aos gatunos, eloquencia para aqueles que dela se servem para dizerem más coisas. Ocorre o mesmo com a mediunidade; pessoas indignas dela são dotadas porque têm mais necessidade do que os outros para se melhorarem; pensais que Deus recusa os meios de salvação aos culpados? Multiplica-os sob seus passos, lhes coloca nas mãos e a eles cabe disso se aproveitarem. Judas, o traidor, não fez milagres e curou os enfermos como apóstolo? Deus permitiu que tivesse esse dom para tornar sua traição mas odiosa.
O Livro dos Médiuns - capítulo XX - Influência Moral do Médium - Questões diversas - Dissertação de um Espírito sobre a influência moral
Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita
I
Para as coisas novas necessitam-se de palavras novas, assim o quer a clareza da linguagem para evitar a confusão inseparável do sentido múltiplo dos mesmos vocábulos. As palavras espiritual, espiritualista, espiritualismo tem uma acepção bem definida: dar-lhes uma nova para aplicar à doutrina dos Espíritos seria multiplicar as causas já numerosas de anfibologia. Com efeito, o espiritualismo é o oposto do materialismo; quem crê haver em si outra coisa que a matéria, é espiritualista. Mas não se segue dai que crê na existência dos Espíritos ou em suas comunicações com o mundo visível. Em lugar das palavras espiritual, espiritualismo, empregamos para designar esta última crença as de espírita e de Espiritismo, das quais a forma lembra a origem e o sentido radical, e que, por isso mesmo tem a vantagem de ser perfeitamente inteligíveis, reservando à palavra espiritualismo a sua acepção própria. Diremos pois, que a Doutrina Espírita ou o Espiritismo tem por princípios as relações do mundo material com os Espíritos ou seres do mundo invisível. Os adeptos do Espiritismo serão os espíritas ou, se o quiserem, os espiritistas.
Como especialidade, O Livro dos Espíritos contém a Doutrina Espírita; como generalidade, ele se prende à doutrina espiritualista da qual apresenta uma das fases. Tal a razão porque traz no seu cabeçalho as palavras: filosofia espiritualista.
uma pessoa que tem muitas dificuldades em apreder as coisas principalmente as novas tecnologias o que sera que hove em outras emcarnaçoes.